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Por Danilo Fernando Olegário 

Em Delfos, na Antiga Grécia, o grande filósofo Sócrates já dizia: Homem, conhece-te a ti mesmo. Essa máxima estende-se com muita propriedade nos dias de hoje na Era das Redes Sociais.

Uma grande parte da humanidade sofre por não se conhecer, por não entrar em contato consigo mesmo. Em geral, as pessoas buscam ter bens materiais, sucesso na carreira, enfim, buscam o progresso que sem dúvida é necessário para as nossas vidas. No entanto podemos e devemos evoluir no ser, mas para isso é necessário se conhecer. Aliás, esse exemplo remete a uma fala de outro especialista no assunto, Jesus Cristo: De que adianta ganhar o mundo e perder a si mesmo....

Quando Sócrates, no Antigo Templo de Delfos propôs essa discussão - olhar para dentro de si, conhecer a si mesmo, ele mudou uma linha da Filosofia que até então se concentrava em questões acerca do universo - o mundo externo. Esse menino, que era padeiro, filho de uma parteira e um artesão trouxe uma grande contribuição não somente para a filosofia, mas para a humanidade, tanto que nos lembramos dele até hoje nas universidades e em algumas técnicas de coaching.

Quando nos conhecemos, nos toleramos, reconhecemos que temos qualidades e temos defeitos, logo admitimos e respeitamos as pessoas, portanto nos relacionamos melhor. E relacionamento é o grande diferencial nos dias de hoje.

Entrar em contato consigo mesmo não é algo simples assim. Para isso, existem várias ferramentas de autoconhecimento que ajudam nessa aproximação. A meu ver todas são muito válidas e contribuem, de fato, quando realizadas com clareza e colocadas em práticas. Ter a informação e não transformá-la em prática, não é conhecimento, somente informação.

A pessoa que se conhece, concentra suas energias em seus pontos fortes e trabalha os que precisam de atenção. O indivíduo estabelece um estado de vigilância, ou seja, ele não fica no extremo do pessimismo ou do otimismo, seu foco não se resume ao problema, mas à solução.

Em geral, ele não depende do feedback do outro para ajustar as velas. Não que o feedback externo não seja importante, é muito e também necessário, mas ele não pode ser maior do que o autofeedback, aquela conversa interna que temos. O sujeito que se conhece não fica na dependência do outro, mas permanece à disposição para receber um feedback como complemento, não como uma surpresa.

A pessoa que não se conhece fica sempre na dependência da aprovação dos outros, do seu líder, do seu cônjuge ou de um amigo. Enfim, está sempre se justificando em favor das opiniões e percepções dos outros, eis alguns exemplos:
Eu nunca recebi um feedback do meu gestor. Quantas vezes você assumiu a liberdade de questionar sobre a opinião dele sobre o seu desempenho?
Não sei se estou indo bem, ele nunca conversa comigo. Se a coisa não está tão clara, quanto tempo você vai continuar nessa falta de clareza? Aliás, será que a falta de clareza não está em você?
Fui demitido e não sei até agora o motivo. Nunca alguém conversou comigo (essa é clássica). Você nunca, absolutamente nunca percebeu qualquer sinal que você estava batendo fora do bumbo? Caso tenha percebido, por menor que seja, o que você fez?
Não fui informado do objetivo ou da proposta daqui. E qual é o seu objetivo?

A proposta desse artigo não é isentar o papel do gestor, do líder em dar feedbacks e deixar claras as metas e as propostas com o seu funcionário. No entanto, esperar que o outro nos dê toda a direção das velas, objetive nossas propostas sem antes perceber e reconhecer os nossos objetivos e saber quem somos, é semelhante a pregar no deserto.

Todo mundo precisa de orientação e instrução, mas quem pilota o barco da nossa vida somos nós mesmos.

Palestras de Feedback


Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Desempenho/Artigo/8120/autofeedback.html






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